quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Minha memória do Holocausto



Prof. Dalmo - História


No início da década de 1980 conhecemos uma senhora de origem européia e que na época já contava com mais 70 anos de idade e nós pouco mais do que 18 ou 19 anos. Tínhamos em comum o trabalho voluntário no Posto CVV de Santos, na época funcionando em duas salas do Teatro Municipal, anexo ao Centro de Cultura da Vila Matias. Enquanto aguardávamos os telefonemas ou as visitas de pessoas necessitadas de apoio emocional, líamos ou conversávamos sobre as coisas da vida, incluindo os problemas humanos. Conversamos também sobre religião e ela nos falava das suas idéias sobre o cristianismo, sobretudo o que pensava sobre Jesus. Leitora de toda a obra de Sholem Asch, procurava nos explicar porque tinha um respeito e admiração natural pela inteligência e não uma adoração pela figura do Cristo.

Mas a nossa visão de mundo despertava nela a simpatia e ao mesmo tempo a preocupação com a nossa ingenuidade sobre as coisas e as pessoas. Em meio a um pequeno debate sobre como superar dificuldades, percebendo as nossas opiniões simplistas e radicais, a senhora esticou um dos braços, soltando rapidamente o botão que prendia a manga da blusa no punho. Ao puxar a manga, como se fosse se preparar para medir a pressão , mostrou-nos a parte interna do braço onde se via nitidamente uma tatuagem feita em tinta verde, bastante realçada na sua pele muito clara e envelhecida pela idade. Era uma sequência de muitos números, cujo significado lógico ela não sabia ou não quis explicar naquele momento. Percebemos, no entanto, que naquele instante a sua fisionomia se alterou completamente, parecendo-nos que havia retomado uma experiência tenebrosa. Nunca tinha visto seus olhos, pois sempre usava óculos de sol em tom âmbar, o que lhe dava um ar misterioso e triste. Enquanto ela mostrava os números gravados no braço pude ver seus olhos de cor cinza-esverdeados, revelando alguns segundos de pavor e indignação profunda. As carnes do rosto e as mãos estavam trêmulas. Nem imaginávamos o que se passava em sua mente e que tipo de lembranças a sua memória trazia à tona. Foi então que, num gesto brusco e decidido, ela aproximou o braço em nossa direção para que enxergássemos ainda mais aquele estranho registro numérico e nos disse: “Quem passou por isso jamais poderá dizer que tem problemas difíceis!”. Ela havia passado grande parte da infância num campo de concentração. Não nos lembramos se ela nos disse o nome e o local onde passou pela terrível experiência. Ela não ficou muito tempo naquele horário de plantão e depois que fomos residir em São Paulo nunca mais tivemos notícia suas.

Nos recordamos de tudo isso enquanto assistíamos a um documentário da National Geographic sobre o Campo de Auschwitz-Birkenau. O vídeo mostra a revelação de um álbum de fotografias enviado recentemente por um anônimo ao Museu do Holocausto, hoje instalado no mesmo local desses episódios históricos. As fotos mostram cenas da vida cotidiana dos funcionários do campo, membros da SS, em momentos de lazer e diversão. Entre eles aparece o conhecido Dr. Joseph Mengele, que viveu seus últimos dias no interior de São Paulo (Presidente venceslau) e faleceu por afogamento numa praia do litoral norte do estado (Bertioga). Tenho amigos em Vencelsau que juram tê-lo visto andando pelas cercanias da cidadade cunduzindo uma carroça com lenhas, mas quase ninguém sabia que era Mengele. Ele aparece de braços cruzados nessa primeira fotografia, entre cinco oficiais da SS. Numa das cenas finais do documentário, o diretor do museu pergunta se Deus existe e se a Justiça Divina se manifesta neste ou em outro mundo. Ele não compreende porque Mengele, causador de tantos horrores e incontáveis horas de sofrimento, agonizou somente por três minutos durante a sua morte. Ele também quer saber por que seres humanos são capazes de agir dessa forma sem que a consciência os incomode. Os membros da SS que aparecem felizes e sorridentes nas fotos são os mesmas pessoas que torturaram pela fome e toda sorte de crueldades as mulheres e crianças que passaram por Auschwitz-Birkenau.













Auschwitz-Birkenau é o nome de um grupo de campos de concentração localizados no sul da Polônia, símbolos do Holocausto perpetrado pelo nazismo. A partir de 1940 o governo alemão comandado por Adolf Hitler construiu vários campos de concentração e um campo de extermínio nesta área, então na Polônia ocupada. Houve três campos principais e trinta e nove campos auxiliares.

Os campos localizavam-se no território dos municípios de Auschwitz e Birkenau, versões em língua alemã para os nomes polacos de Oświęcim e Brzezinka, respectivamente. Esta área dista cerca de sessenta quilômetros da cidade de Cracóvia, capital da região da Pequena Polônia.

Os três campos principais eram:

* Auschwitz I - Campo de concentração original que servia de centro administrativo para todo o complexo. Neste campo morreram perto de 70.000 intelectuais polacos e prisioneiros de guerra soviéticos.

* Auschwitz II (Birkenau) - Era um campo de extermínio onde morreram aproximadamente um milhão de judeus e perto de 19.000 ciganos.

* Auschwitz III (Monowitz) - Foi utilizado como campo de trabalho escravo para a empresa IG Farben.

O número total de mortes produzidas em Auschwitz-Birkenau está ainda em debate, mas se estima que entre um milhão e um milhão e meio de pessoas morreram ali.

Como todos os outros campos de concentração, os campos de Auschwitz eram dirigidos pela SS comandada por Heinrich Himmler. Os comandantes do campo foram Rudolf Höss até o verão de 1943, seguiu-lhe Artur Leibehenschel e Richard Baer. Hoess deu uma descrição detalhada do funcionamento do campo durante seu interrogatório ao final da Segunda Guerra Mundial, detalhe que complementou em sua autobiografia. Ele foi executado em 1947 em frente da entrada do forno crematório de Auschwitz I.

Durante os anos de operação do campo, perto de 700 prisioneiros tentaram escapar do campo, dos quais 300 tiveram êxito. A pena aplicada por tentativa de fuga era geralmente a morte por inanição. Geralmente, as famílias dos fugitivos eram presas e "internadas" em Auschwitz para serem exibidas como advertência a outros prisioneiros.

Auschwitz I foi o centro administrativo de todo o complexo. Foi aberto em 20 de maio de 1940, a partir de barracas de tijolo do exército polonês. Os primeiros prisioneiros do campo foram 728 políticos poloneses de Tarnów. Inicialmente, o campo foi utilizado para internar membros da resistência e intelectuais poloneses, mais adiante foram levados para lá também prisioneiros de guerra da União Soviética, prisioneiros comuns alemães, elementos anti-sociais e homossexuais. No primeiro momento chegaram também prisioneiros judeus. Geralmente o campo abrigava entre treze e dezesseis mil prisioneiros, alcançando a quantidade de vinte mil em 1942.

À entrada de Auschwitz I lia-se (e ainda hoje se lê) as palavras: "Arbeit macht frei" (o trabalho liberta). Os prisioneiros do campo saíam para trabalhar durante o dia nas construções do campo, com música de marcha tocada por uma orquestra.

As SS geralmente seleccionavam prisioneiros, chamados kapos, para fiscalizar os restantes. Todos os prisioneiros do campo realizavam trabalhos e, excepto nas fábricas de armas, o domingo era reservado para limpeza com duches e não havia trabalho. As severas condições de trabalho unidas à desnutrição e pouca higiene faziam com que a taxa de mortalidade entre os prisioneiros fosse muito elevada. O bloco 11 de Auschwitz I era a prisão dentro da prisão e ali se aplicavam os castigos. Alguns deles consistiam em prendê-los por vários dias em cela demasiado pequena para sentar-se. Outros eram executados, pendurados ou deixados a morrer de fome.

Em Setembro de 1941, as SS realizaram no bloco 11 os testes do gás Zyklon B, nos que morreram 850 prisioneiros polacos e russos. Os testes foram considerados bem sucedidos e em consequência construíram uma câmara de gás e um crematório. Essa câmara de gás foi utilizada entre 1941 e 1942 para logo ser convertida em refúgio antiaéreo.

A primeira mulher chegou ao campo em 26 de março de 1942. Entre abril de 1943 e maio de 1944 levaram-se a cabo experimentos de esterilização em mulheres judias no bloco 10 de Auschwitz I. O objetivo era o desenvolvimento de um método simples que funcionasse com uma injeção para ser utilizado na população eslava. O doutor Josef Mengele experimentou com gêmeos nesse mesmo complexo. Quando um prisioneiro não se recuperava rapidamente, geralmente era executado com uma injeção letal de fenol.

Um bordel foi criado no verão de 1943 por ordens de Himmler. Estava localizado no bloco 24 e era utilizado para premiar os prisioneiros privilegiados. Os guardas selecionavam prisioneiras para este campo, mas também aceitavam voluntárias atraídas pelas melhores condições alimentícias.

Auschwitz II (Birkenau) é o campo que a maior parte das pessoas conhece como Auschwitz. Ali se encerraram centenas de milhares de judeus e ali também foram executados mais de um milhão de judeus e ciganos.

O campo está localizado em Brzezinka (Birkenau), a 3 km de Auschwitz I. A construção iniciou-se em 1941 como parte da Endlösung der Judenfrage (solução final). O campo tinha área de 2,5 por 2 km e estava dividido em várias seções, cada uma delas separadas em campos. Os campos, como o complexo inteiro, estavam cercados e rodeados de arame farpado e cercas elétricas (alguns prisioneiros utilizaram-nas para cometer suicídio). O campo albergou até 100.000 prisioneiros em dado momento.

O objetivo principal do campo não era o de manter prisioneiros como força de trabalho (caso de Auschwitz I e III) mas sim de exterminá-los. Para cumprir esse objetivo, equipou-se o campo com quatro crematórios e câmaras de gás. Cada câmara de gás podia receber até 2.500 prisioneiros por turno. O extermínio em grande escala começou na primavera de 1942.

A maioria dos prisioneiros chegava ao campo por trem, com freqüência depois de uma terrível viagem, em vagões de carga, que durava vários dias. A partir de 1944, estendeu-se a linha para que os trens chegassem diretamente ao campo. Algumas vezes, logo após a chegada, os prisioneiros eram conduzidos diretamente às câmaras de gás. Em outras ocasiões, os nazistas selecionavam alguns prisioneiros, sob a supervisão de Josef Mengele, para ser enviados a campos de trabalho ou para realizar experimentos. Geralmente as crianças, os anciãos e os doentes eram enviados directamente para as câmaras de gás.

Quando um prisioneiro passava pela seleção inicial, era enviado a passar um período de quarentena, após o que se lhe atribuía uma tarefa no próprio campo ou era enviado a trabalhar em algum dos campos de trabalho anexos.

Aqueles que eram selecionados para exterminação eram enviados a um dos grandes complexos de câmara de gás/crematório nos extremos do campo. Dois dos crematórios (Krema II e Krema III) tinham instalações subterrâneas, uma sala para despir e uma câmara de gás com capacidade para milhares de pessoas. Para evitar o pânico, informava-se às vítimas que receberiam ali uma ducha e um tratamento desinfetante. A câmara de gás tinha inclusive tubulações para duchas, embora nunca tenham sido conectadas à rede de água. Ordenava-se às vítimas que se despissem e deixassem seus pertences no vestiário, onde supostamente poderiam recuperá-las ao final do "tratamento", recomendando-se que recordassem o número da localização de seus pertences. Uma vez selada a entrada, descarregava-se o agente tóxico Zyklon B pelas aberturas no teto. As câmaras de gás nos crematórios IV e V tinham instalações na superfície e o Zyklon B se introduzia por janelas especiais nas paredes. Os corpos eram levados por prisioneiros selecionados para trabalhar na operação das câmaras de gás e fornos crematórios (chamados Sonderkommando), a uma sala de fornos anexa, para cremação.

A Alemanha invadiu a Hungria em março de 1944. Entre maio e julho de 1944, perto de 438.000 judeus da Hungria foram deportados para Auschwitz-Birkenau e a maioria deles foi lá executada. Se a capacidade dos fornos não era suficiente, os corpos eram queimados em fogueiras ao ar livre.

Famílias inteiras de ciganos foram encerradas em uma seção especial do campo. A maior parte foi para as câmaras de gás em julho de 1944; em 10 de outubro desse ano procedeu-se à execução dos meninos ciganos restantes em Birkenau.

Em 7 de outubro de 1944, os Sonderkommandos judeus, que eram mantidos separados do restante dos prisioneiros, organizaram uma revolta. As prisioneiras tinham conseguido extrair explosivos de uma fábrica de armas e os utilizaram para destruir parcialmente o crematório IV e tratar de escapar na confusão. Os 250 prisioneiros foram capturados e imediatamente executados.

Auschwitz III e os campos ajudantes

Os campos auxiliares de trabalho, instalados no complexo de Auschwitz, estavam estreitamente relacionados com a indústria alemã, principalmente nas áreas militar, metalúrgica e mineradora. O maior campo de trabalho era Auschwitz III Monowitz, que iniciou suas operações em maio de 1942. Este campo estava associado com a empresa IG Farben e produzia combustíveis líquidos e borracha sintética. A intervalos regulares, o pessoal médico de Auschwitz II fazia revisões sanitárias a fim de enviar os doentes e débeis às câmaras de gás de Birkenau.

Mulheres em Auschwitz

As primeiras prisioneiras assim como as primeiras vigilantes chegaram ao campo em março de 1942, transladadas do campo de Ravensbrück na Alemanha. O campo feminino foi mudado para Auschwitz-Birkenau em outubro de 1942, e Maria Mendel foi nomeada chefe de vigilância. Perto de um total de 1.000 homens e 200 mulheres da SS serviram como supervisores de vigilância em todo o complexo de Auschwitz.

O conhecimento dos aliados

Desde 1940, Witold Pilecki, um soldado da Armia Krajowa (organização de resistência polonesa à ocupação nazista) foi voluntário para ser levado como prisioneiro a Auschwitz e produziu uma considerável quantidade de informação que foi levada até Varsóvia e dali até Londres. Por outra parte, os aliados tinham informação aérea detalhada dos campos desde maio de 1944. Dois prisioneiros que conseguiram fugir,(Rudolph Vrba e Alfred Wetzler), tinham reunido descrições precisas e mapas que chegaram aos aliados durante o verão de 1944. Em 13 de setembro de 1944, bombardeiros dos Estado Unidos atacaram a fábrica da Buna Werke associada com Auschwitz III, destruindo-a parcialmente.

Evacuação e liberação

As câmaras de gás do Birkenau foram destruídas pelos nazis em novembro de 1944 com a intenção de esconder as atividades do campo das tropas soviéticas. Em 17 de janeiro de 1945 os nazistas iniciaram uma evacuação do campo. A maioria dos prisioneiros deveria partir para o oeste. Aqueles muito fracos para caminhar foram deixados para trás. Perto de 7.500 prisioneiros (ou 3.000 segundo outras fontes), pesando entre 23 e 35Kg, foram liberados pelo Exército Vermelho em 27 de janeiro de 1945.

Alguns prisioneiros conhecidos

* Anne Frank - foi internada em Auschwitz-Birkenau entre setembro e outubro de 1944. Logo foi transladada ao campo de concentração de Bergen-Belsen onde morreu de febre tifóide.

* Edith Stein - católica de origem judia. Morreu nas câmaras de gás de Auschwitz II.

* Elie Wiesel - sobreviveu a sua reclusão em Auschwitz III Monowitz e escreveu sobre suas experiências.

* Felix Nussbaum - assassinado em Auschwitz em Agosto de 1944 com sua esposa Felka Platek.
* Hans Krása - compositor tcheco, pereceu em Auschwitz.

* Imre Kertész - húngaro, Prémio Nobel da Literatura, permaneceu em Auschwitz II por três dias no verão de 1944 após o que foi considerado apto para o trabalho corporal e foi transferido para Buchenwald.

* Jean Améry - escritor austríaco.

* Józef Cyrankiewicz - presidiu o governo da Polônia entre 1947 e 1952, e entre 1954 e 1970. Foi também presidente entre 1970 e 1972

* Maximillian Kolbe - Padre Católico e Salesiano que foi prisioneiro em Auschwitz I se fazendo voluntário para morrer de fome em lugar de outro prisioneiro e morreu em 1941. Foi canonizado pelo Papa João Paulo II em 10 de Outubro de 1982, na presença de Franciszek Gajowniczek, o homem cujo lugar o padre tomou e que sobreviveu aos horrores de Auschwitz.

* Miklos Nyiszli - médico patologista romeno com alto grau de conhecimento em medicina legal que foi enviado ao campo de Auschwitz, morreu em 1956.

* Primo Levi - escritor italiano, esteve preso durante dez meses em Auschwitz, onde tinha de trabalhar na fábrica Buna-Werke. Foi libertado pelo Exército Vermelho e mais tarde escreveu sobre suas experiências.

* Simone Veil - advogada e política francesa.

* Viktor Frankl - médico e psiquiatra austríaco.

* Vladek Spiegelman - pai do cartunista Art Spiegelman.

* Witold Pilecki - soldado polonês do Armia Krajowa, voluntário para "internar-se" em Auschwitz. Organizou a resistência e informou aos aliados do ocidente sobre as atrocidades que ali ocorriam. Tomou parte do levante de Varsóvia

* Władysław Bartoszewski - Foi ministro polaco dos negócios estrangeiros entre 1995–2000. Criminosos de guerra Perto de um total de 7.300 membros da SS serviram em Auschwitz realizando pequenas ou grandes tarefas com o objetivo de obter a solução final ao problema judeu. A maioria deles sobreviveram à guerra. Deles, somente 750 foram levados a julgamento e a maioria somente em relação com crimes contra a população polonesa.

"Negacionismo"

Após o fim da Segunda Guerra Mundial houve intentos de negar o propósito dos campos de extermínio ou sua magnitude. Afirmou-se que seria impossível queimar um tal número de corpos ou que as instalações, que podem ser visitadas na atualidade, foram reconstruídas depois da guerra para que estivessem em concordância com o que se contou sobre Auschwitz ao final da guerra.

O testemunho de Oskar

Oskar Gröning, ex- membro das juventude hitlerista e do partido nazista, fez parte Waffen SS com a idade de 20 anos. Em 1942, depois de dois anos de trabalho administrativo na SS, foi servir em Auschwitz. Inicialmente Gröning acreditava que este era um campo de concentração normal, mas imediatamente observou, como parte de sua iniciação ao trabalho do campo, a chegada de um primeiro comboio de prisioneiros. Após a triagem feita pelo "pessoal médico" da SS, 20% dos recém-chegados eram levados para trabalhar nos campos, enquanto os doentes eram transportados em macas, com o símbolo da Cruz Vermelha, que davam uma ilusão de normalidade. Gröning fez parte do grupo que levou os prisioneiros inaptos para o trabalho ou doentes até as câmaras de gás, disfarçadas como duchas. Finalmente presenciou a queima dos corpos nos fornos crematórios e a organização dos bens para sua posterior classificação. Gröning solicitou ser transferido para uma unidade de combate, mas seus serviços como administrativos eram requeridos ali e portanto passou cerca de dois anos levando as contas dos bens recuperados dos pertences dos prisioneiros. Ao final da guerra foi feito prisioneiro até 1948. Durante seu interrogatório omitiu seu período em Auschwitz. Recentemente, cansado do aumento da propaganda negacionista sobre o Holocausto e com a proximidade do sexagésimo aniversário da liberação de Auschwitz, Oskar decidiu testemunhar sobre seu passado nazista. Sua decisão de falar, 60 anos depois, deveu-se a conversações com amigos, convencidos pela propaganda negacionista do exagero montado em torno de Auschwitz.


Fonte: Wikipédia

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Natação do Pinho brilha em Santos


O Pinho também tem uma grande promessa no atletismo olímpico na modalidade natação. Trata-se de Carlos Eduardo Roseti Jr, aluno do 2º B do período da Manhã. Ele aprendeu e vem desenvolvendo esse esporte na Escola de Natação do Clube de Regatas Tumiaru, grande e tradicional celeiro de atletas vicentinos.

As fotos mostram a participação do nosso atleta no Campeonato Estudantil de Natação, realizado na Piscina Renata Agondi (UNISANTA), na cidade de Santos, no dia 30 de junho de 2009. Nesse conceituado evento regional, Carlos Eduardo obteve uma excelente classificação entre os melhores atletas da Baixada Santista competindo nas provas de 50m peito (4° lugar) e 50m borboleta (5° lugar).

Um detalhe muito importante: ele estava representando e vestindo a camisa da E.E. Margarida Pinho Rodrigues, onde estuda desde a 5ª série e onde também estudaram suas duas irmãs.

Parabéns, Carlos, e muito obrigado pelo seu esforço e orgulho de vestir a nossa camisa!

E quem sabe a gente se vê no Rio em 2016 ...



terça-feira, 3 de novembro de 2009

20 anos do fim do Muro de Berlim

Homenagem ao soldado Conrad Schumann, que em 1961 deu um salto para futuro, mudando para sempre o seu destino e de milhares de pessoas que pretendiam ultrapassar a Cortina de Ferro para o Ocidente.



1989: Berlinenses ocidentais observam soldados de Berlim Oriental: a grande hora hora estava chegando.

Quem cola mente mais, diz estudo

Pesquisa mostra que atitudes na escola refletem as da vida adulta

Carla Rivera, LOS ANGELES TIMES, LOS ANGELES


"Uma vez mentiroso, sempre mentiroso", costumam dizer os pais. Um estudo nacional feito nos Estados Unidos garante que existe verdade nisso. Os resultados mostram que pessoas que colaram em exames no ensino médio são consideravelmente mais propensas a serem desonestas na vida adulta, segundo um relatório divulgado pelo Josephson Institute of Ethics, em Los Angeles.

Foram pesquisadas 7 mil pessoas de diversos grupos etários. "Quando se percebe que adolescentes têm uma probabilidade cinco vezes maior que adultos de considerar a cola legal para progredir, nós temos um problema", disse Rich Jarc, diretor executivo do Josephson Institute.

O instituto emite relatórios bienais sobre a ética de alunos do ensino médio nos EUA. Eles têm mostrado um aumento consistente dos que admitem colar, mentir e roubar. O novo estudo é o primeiro a associar o comportamento adolescente com atividades desonestas na idade adulta.

Um dos resultados mostra que adolescentes de 17 anos ou menos são cinco vezes mais propensos que pessoas acima dos 50 anos a acreditar que mentira e cola são necessárias para obter sucesso.


São também quase quatro vezes mais propensos a enganar seu chefe (31% ante 8%, respectivamente) e três vezes mais propensos a guardar troco errado (49% ante 15%).

Além disso, um maior número de adultos jovens, com idades entre 18 e 24 anos, disse mentir para seu parceiro do que pessoas que têm entre 41 e 50 anos. Eles também fizeram mais cópias não autorizadas de música ou vídeo (69% ante 27%) e se disseram mais propensos a adulterar ou omitir fatos numa entrevista de emprego.

INTERNET


Para o professor de psicologia da Universidade Pepperdine, em Los Angeles, Robert A. de Mayo, a tecnologia criou uma mudança geracional na ética por meio dos downloads ilegais de música e dos plágios.

Em defesa dos adolescentes, Jarc lembra que muitos deles expressaram opiniões positivas sobre direitos de gêneros, étnicos e educacionais, que não eram necessariamente as mesmas de gerações anteriores.

Estadão - 02 de Novembro de 2009 Versão Impressa

sábado, 24 de outubro de 2009

Baile para matar aula dava droga a adolescentes

Segundo a polícia, evento de funk servia para aliciar garotos para o tráfico e meninas para a prostituição

Camilla Haddad

A Polícia de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, invadiu às 8 horas de ontem um baile funk que servia para matar aulas, dar drogas a crianças e aliciá-las para a prostituição e o tráfico. No local, havia 75 adolescentes, com idades entre 12 e 16 anos. Duas pessoas foram presas e vão responder por corrupção de menores e tráfico de entorpecentes. Conselheiros tutelares tiveram de comparecer à seccional para amparar os alunos, que só foram liberados após a chegada dos pais. Alguns chegaram até a imaginar que se tratava de um trote por telefone quando foram convocados.


Os convites para o baile funk Mata Aula de todas as sextas-feiras ocorriam na entrada e na saída das aulas de quatro colégios públicos do bairro de Morro São Pedro. O caso passou a ser investigado há dois meses, depois que os diretores dos colégios denunciaram faltas de alunos e queda na produção de classe. Para preservar as crianças, os nomes das unidades de ensino não foram divulgadas.


Quando houve a ação policial, os convidados do evento dançavam e tomavam rodadas de cerveja e copos de uísque e pinga. No local, foi preso o casal de comerciantes José de Oliveira Santos, de 48 anos, e Mariana Perez, de 21 anos. Eles cuidavam das bebidas e se apresentavam como os organizadores do baile. Em depoimento, negaram que estivessem desviando as crianças da escola. Santos disse que as adorava e estava apenas tentando "distraí-las". Mariana apresentou a mesma versão.


O seccional da cidade, delegado Mitiaki Yamamoto, explicou que os presos contavam com "agentes aliciadores" nas portas das escolas. "Também investigamos alunos que são aliciadores." Yamamoto contou que na festa também se apreendeu maconha e cocaína. Os entorpecentes, segundo ele, seriam utilizados para viciar as crianças e adolescentes e eram vendidos a preços bem acessíveis. "Posteriormente, aliciavam as meninas para prostituição e os meninos, para o tráfico."


O baile funk começou às 7 horas de ontem e era realizado em um galpão alugado para festas na Rua Dom Pedro de Alcântara. "Conseguimos informações e demos o flagrante", ressaltou Yamamoto.

FREQUENTADORES

De acordo com as pessoas presentes na festa, as meninas eram VIPs e por isso não pagavam ingresso. Os meninos tinham de desembolsar uma taxa simbólica de R$ 2 para ficar na festa até por volta do meio-dia. Os copos de pinga, segundo os adolescentes, eram vendidos a R$ 1,50. Cerveja não custava mais que R$ 2 em copos grandes. O uísque tinha valor mais alto e constava em um panfleto - uma espécie de cardápio do evento.


A adolescente A. de 13 anos, que cursa a 5ª série do ensino fundamental, ficou assustada com a chegada de várias viaturas da Polícia Civil de São Bernardo. Segundo ela, era sua primeira vez no baile. "Quem me chamou para ir foi um colega. Ele tem 15 anos e é aluno da minha escola." Assustada a menina disse que não tinha a intenção de faltar várias vezes na escola. "Quis apenas conhecer, várias pessoas estão indo, mas eu não bebo e não me drogo."


A menina conta que não é obrigada a usar uniforme todos os dias e por isso estava no baile usando calça jeans e moletom. Outra estudante, de 15 anos, negou que o local fosse um baile funk. "A polícia está exagerando. Estávamos apenas conversando."


Procurada, a Secretaria de Estado da Educação disse que desconhecia os eventos que ocorriam fora das escolas e informou que está à disposição da polícia para ajudar na investigação do caso, assim como a Secretaria de Educação de São Bernardo.

Jornal da Tarde e Estadão - 24/10/2009

domingo, 11 de outubro de 2009

Professores: o sal da terra e a luz do mundo


Como no exercício sacerdotal, os professores não são símbolos da perfeição, mas são representantes da Verdade e exercem verdadeiro mandato moral em suas atividades profissionais. Nossa função também se assemelha a dos profetas e sobre nossas cabeças, quando no exercício de lucificação, formam-se verdadeiras línguas de fogo. Isso nos torna especiais e também vulneráveis aos olhos dos lucifugos, seres reacionários e invejosos, afinizados com as trevas. Isto porque, durante as aulas, semeamos luzes em forma de frases e idéias marcantes e que vão repercutir durante longos anos na existência dos alunos. Essas luzes que plantamos neles, também acendem simultaneamente em nossas faces, mesmo que sejamos imperfeitos e frágeis. É uma conexão quântica, cósmica, a mesma que altera simultaneamente as menores partículas do átomo quando este sofre alguma modificação. Na memória dos alunos essas informações lucificadas permanecem guardadas no inconsciente e sempre vêm à tona quando surgem as situações conflitantes da vida. Nós também fomos lucificados pelos nossos mestres antigos, que eram pessoas humildes, porém brilhantes, tanto que fomos atraídos naturalmente para a mesma profissão. Deles jamais esquecemos as expressões em forma de advertências e observações.

DDS

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Educação no Japão


O sistema educacional japonês desempenhou papel importante, no momento de o país enfrentar os desafios que surgiram e de absorver rapidamente as idéias ocidentais, bem como o conhecimento sobre ciência e tecnologia durante o período de abertura da era Meiji (1868-1912). Foi, também, um fator chave para a recuperação do Japão e o acelerado crescimento nas décadas seguintes ao final da Segunda Guerra Mundial, que levou o país a ocupar o posto de segunda maior economia do planeta.

Hoje, a sociedade japonesa depara-se com novos desafios como resultado de mudanças nos padrões culturais, avanços na ciência e tecnologia, globalização econômica e um difícil ambiente de negócios. Preparar jovens que possam enfrentar essas novas situações é um dos objetivos da atual educação japonesa. Para isso, uma reforma do sistema educacional está em andamento, envolvendo desde o nível básico até as universidades.

A educação sempre esteve entre as prioridades do Japão desde a antiguidade. Em 701, por exemplo, o Código Taiho estabelecia escolas para as crianças da nobreza, tanto na capital como nas províncias. No inicio do período Kamakura (1185-1333), um número crescente de filhos de samurais recebeu educação formal, e a partir do período Edo (1600-1868) a escola foi difundida tanto para elite quanto para as pessoas comuns.

Calendário escolar

Para a maioria dos cursos básico, colegial júnior e colegial, o ano escolar no Japão começa em 1 de abril e é dividido em três períodos: abril a julho, setembro a dezembro e janeiro a março. Algumas escolas seguem um calendário de dois períodos. A transição gradual da semana escolar com 6 dias para 5 dias foi completada em 2002.

Reforma

As normas escolares contendo o resumo básico de cada matéria ensinada nas escolas japonesas, bem como os objetivos e o conteúdo de ensino de cada série, são preparados pelo Ministério da Educação, Cultura, Esportes, Ciência e Tecnologia e seguidas pelas instituições de todo o país. São revistos a cada 10 anos ou mais. Uma minuciosa revisão foi feita em 1998, quando foram reduzidos o tempo de aula e o conteúdo dos cursos. A reforma implementada no início de 2002 e concluída no final do mesmo ano.


Educação pré-escolar


A educação anterior à elementar é dada em jardins de infância (yochien) e em creches (hoikuen). Creches públicas e privadas aceitam crianças com menos de 1 ano até 5 anos. Os programas para crianças de 3 a 5 anos são parecidos com os do jardim de infância.

Cerca de 60% das instituições de ensino pré-escolar são privadas. A freqüência de crianças na faixa dos 5 anos ultrapassa 95%.


Educação elementar


Dura seis anos e é obrigatória para os japoneses. Quase a totalidade das escolas de ensino elementar é pública. Um único professor é designado para cada classe, sendo o responsável pelo ensino da maior parte das matérias. Em 2002, o número máximo de alunos por classe era de 40. Leitura e escrita são as partes mais importantes do currículo elementar. Além dos dois sistemas silabários japoneses (hiragana e katakana), espera-se que o aluno aprenda pelo menos 1.006 kanjis (ideogramas) até o final da sexta série.


Colegial júnior


A freqüência para os três anos da educação colegial júnior é obrigatória. Mais de 90% das escolas colegiais juniores são publicas. Em 2002, a média era de 31,7 alunos por classe.


Colegial


A educação colegial é opcional. Em 2002, 97% dos alunos graduados no colegial júnior ingressaram no colegial.

Setenta e seis por centos das escolas são públicas. O ingresso é feito por meio de um exame tipo vestibular, e a disputa pelas vagas das melhores instituições é intensa. Algumas escolas possuem cursos unificados de colegial júnior e colegial, o que livra os alunos dessa pressão.

Porém, o número delas no sistema público ainda é pequeno. Alunos em programas especiais vocacionais fazem cursos em suas áreas de estudo (negócios, artes industriais, agricultura, etc.) e dedicam menos tempo para as matérias curriculares que os estudantes regulares.

Universidade

O percentual de alunos graduados no colegial que vai tanto para uma faculdade júnior de dois anos como para uma universidade de quatro foi 48,6%, em 2002. Considerando somente as faculdades e universidades de 4 anos, o índice chegou a 40,5%. As mulheres são maioria nas faculdades juniores. Em 2002, 11% dos graduados em universidades de 4 anos continuaram em escolas de pós-graduação. 75% das universidades e 88% das faculdades juniores são privadas.

O número de alunos estrangeiros em universidades japonesas continua a crescer. Os estudantes em faculdades juniores, universidades e escolas de graduação totalizavam 86 mil em maio de 2003. Cerca de 93% deles eram dos países da Ásia.


Fonte: www.japao.org.br

domingo, 13 de setembro de 2009

A gente erra e a Natureza cobra

A Professora Roberta (Bébé) enviou para este blog algumas fotos sobre os últimos avisos da Mãe Natureza, pedindo providências sobre os abusos na ocupação urbana da orla litorânea.

Em todas as cidades da baixada Santista essa ocupação não respeitou os limites de distância entre a terra e o mar. O desonesto conceito imobiliário e publicitário de “Pé na Areia”, criado para ocupar essas áreas, não respeitou nem mesmo a Lei de Marinha, que é de 300 metros.

Em São Vicente a Praia do Gonzaguinha já foi literalmente engolida pela cidade.

Em Santos, como mostram as fotos, não foi muito diferente. Na divisa entre as duas cidades existe uma verdadeira aberração em frente a Ilha Urubuqueçaba. Além de invadir a praia, os moradores não querem pagar impostos e usufruir de documentação legalizada (escrituras definitivas) de um patrimônio da União (coletivo e social) de todos os brasileiros.

No Guarujá e toda região norte do litoral, bem como em Praia Grande e litoral sul, o problema se repete com as mesmas agravantes.

Mas a Natureza tem leis mais rigorosas e que certamente serão executadas no seu devido tempo.


Imagens feitas no Canal 4 -Santos por um morador da orla.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Assembléia aprova fim da Lei da Mordaça


Lei, de 1968, impede funcionário estadual de falar sobre sua função


Simone Iwasso - Quinta-Feira, 10 de Setembro de 2009 | Versão Impressa

A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou o fim da chamada Lei da Mordaça, prerrogativa criada no regime militar que proíbe funcionários públicos do Estado de falarem publicamente sobre suas funções, sob pena de advertência e exoneração. Nos últimos anos, movimentos ligados à educação e saúde promoveram debates e abaixoassinados contra a lei, por considerar que inibia a liberdade de expressão. A mudança precisa ser sancionada pelo governador José Serra (PSDB).

Na prática, pela lei, um professor não pode dizer o que pensa das condições nas quais dá aula ou de sua experiência profissional. O mesmo vale para médicos e policiais. E, apesar de o governo dizer que a lei não é usada, estudo da organização não-governamental Ação Educativa feito com base no Diário Oficial mostrou que, nos últimos cinco anos, ao menos 11 funcionários públicos, entre eles professores, foram punidos.

Um dos casos mais conhecidos ocorreu no ano passado no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). O médico Waldemir Rezende, ex-diretor do Instituto Central da unidade, foi demitido com base na lei por "ofender a honra e a imagem do serviço". Ele escreveu um livro no qual apontava problemas como roubo de materiais, descontrole de estoques e produtos e pressões de fornecedores na unidade, além de dar entrevistas sobre o tema.

"É um grande avanço o fim desse dispositivo, um passo muito importante. O que precisamos agora é combater a cultura do medo entre o funcionalismo", afirma Mariângela Graciano, coordenadora do Observatório da Educação da Ação Educativa. "É preciso que todos tenham voz, até mesmo na formulação de políticas públicas."

A Lei da Mordaça é o conteúdo do artigo 242 da Lei 10.261/68, que criou o Estatuto dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo. Em 2008, a revogação desse artigo havia sido aprovada na Assembléia, num projeto de lei do deputado Roberto Felício (PT). O projeto, porém, foi vetado por Serra, que afirmou que o tema deveria ser de iniciativa do Executivo. Neste ano, o governador enviou o projeto aprovado ontem.

Nota do blog: Essa lei estadual já era considerada abusiva ao direito de liberdade de expressão e, portanto, inconstitucional desde 1988.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Vamos ter que esperar para "matar" as saudades...


ADIAMENTO DA VOLTA ÀS AULAS

A Secretaria de Estado da Educação, por recomendação da Secretaria de Estado da Saúde, determina que a volta às aulas do segundo semestre seja adiada para o dia 17 de agosto. As escolas que já tinham retomado as aulas deverão suspendê-las até a referida data. O governo do Estado tomou esta decisão para tentar reduzir a transmissão do vírus influenza A H1N1.

No último dia 8, a secretaria de Estado da Educação realizou uma videoconferência para os 210 mil professores da rede para orientar os docentes sobre a doença e como evitá-la no ambiente escolar.

Até o momento não foram registrados casos de gripe suína na rede estadual de ensino.